Poesia (território sagrado) e Cinema (acólito devoto)

Autores

  • Maria João Seixas

DOI:

https://doi.org/10.34640/universidademadeira2018seixas

Palavras-chave:

cinema, poesia, A cor da Romã, Serguei Paradjanov, Sayat-Nova

Resumo

Entre a Poesia, como “território sagrado” e o Cinema, seu “acólito devoto” pretendeu-se trazer à discussão uma relação difícil e improvável. Foi a partir de A cor da Romã (1968), de Serguei Paradjanov, que Maria João Seixas se propôs contribuir para uma reflexão sobre a relação entre o Cinema e o território literário, nomeadamente, a Poesia.

Referências

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Steinmetz, J.-L. (ed.). (2003). Les Spleen de Paris. Petits poèmes en prose. Paris: Livre de Poche.

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Publicado

2018-11-30

Como Citar

Seixas, M. J. (2018). Poesia (território sagrado) e Cinema (acólito devoto) . Cinema &Amp; Território, 1(3), 102–106. https://doi.org/10.34640/universidademadeira2018seixas

Edição

Secção

Outros